Monthly Archives fevereiro 2018

5 vantagens em investir em imóveis no centro de Santa Maria

Por ser a maior cidade da região central do Rio Grande do Sul, Santa Maria é conhecida como a cidade coração do estado. Importante polo universitário e militar, a cidade subiu no ranking das melhores cidades para investir, de 2017, ocupando a 35ª posição. Para somar, Santa Maria foi a 3ª cidade que mais gerou empregos no Rio Grande do Sul em 2017.

Na educação, a instituição de maior destaque é a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), que atrai inclusive estudantes de outras regiões e estados. Por isso, a cidade está sempre recebendo novos moradores.

O bairro mais procurado por esses novos moradores, e pelos antigos que estão em fase de mudança, é o Centro.

Agora, quais são as vantagens de morar no centro de Santa Maria? Confira as cinco vantagens que enumeramos para você:

1. PRÓXIMO A TUDO

A maior parte da cidade se concentra no Centro, onde estão a maior parte das lojas, clubes, farmácias, restaurantes e shoppings, etc. A quantidade de opções de lazer, cultura e gastronomia é muito superior, inclusive, com alternativas gratuitas como parques ou eventos públicos.

Toda a infraestrutura das áreas centrais é voltada para atender e facilitar todas as necessidades diárias. Estando próximo a uma ampla rede de serviços é possível cumprir as tarefas do cotidiano a pé/ bicicleta, anulando os custos de deslocamento.

Resumindo: a maior cartela de opções para os segmentos variados do comércio.

2. TRANSPORTE PÚBLICO

Uma das maiores desvantagens de viver em bairros é o difícil acesso a tarefas que devem ser desempenhadas frequentemente como trabalho, estudos e até mesmo lazer. Além disso, ter um automóvel torna-se quase uma obrigação já que quem depende do transporte público está a mercê de horários adversos e rotas desnecessárias.

As opções de linhas de ônibus são muito maiores no centro da cidade e, dependendo do trajeto, só é necessário pegar uma linha para chegar ao destino final.

3. TEMPO

Tempo é uma questão muito importante nos dias atuais. Todo tempo economizado no dia a dia é valorizado.

A rotina da sociedade exige muito dinamismo e cada minuto é precioso para cumprir o que precisamos. Por isso, estar onde tudo acontece economiza tempo (e dinheiro).

4. CORAÇÃO DO COMÉRCIO EMPRESARIAL

A maioria das empresas se concentram na região central da cidade.

Provavelmente o seu trabalho fica nessa região e seus clientes também estão estabelecidos ali.

5. CUSTO BENEFÍCIO

Estar perto da rede de serviços do centro é estar com “a solução em mãos”, economiza tempo, facilita o deslocamento e, como consequência, eleva a qualidade de vida.

Os novos empreendimentos geralmente trazem traços modernos e são condomínios completos, que atendem toda a necessidade de uma família. Além disso, promovem uma maior mobilidade no dia a dia, para as atividades rotineiras.

 

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Construção Civil: Perspectivas e tendências para 2018

Com a retomada do crescimento da economia no Brasil e o aumento da confiança no mercado, o setor da Construção Civil deverá avançar. Confira as tendências e previsões para o ano de 2018 no setor.

As previsões para 2018 são otimistas na indústria da construção civil. Com a retomada do crescimento da economia no Brasil e o aumento da confiança no mercado, o setor deverá ter seu primeiro avanço desde 2013. De acordo com o Banco Central, a melhora pode ter alta de 2,5%.

Mesmo com a lenta recuperação, o Índice de Confiança da Construção (ICST), da FGV/IBRE, registrou aumento. O crescimento foi de 2,0 pontos em dezembro de 2017, se comparado ao mês de novembro do mesmo ano, fechando com 81,1 pontos. Trata-se do maior nível desde janeiro de 2015.

O crescimento da economia deve melhorar o crédito para a indústria avançar e o contexto político será muito importante para essa retomada.

Dentre as causas do otimismo para 2018, estão:

  • Queda nas taxas de juros, terminando 2017 com redução de 7,5%, menor nível em 60 anos;
  • Melhora do crédito, em consequência da diminuição dos juros;
  • Recuperação da economia e do mercado de trabalho, devido ao aumento da confiança;
  • Aquecimento do mercado imobiliário.

Como alternativa para melhorar os processos que envolvem a indústria da construção e diminuir os custos, as novas tecnologias executam uma importante função no setor. Confira algumas das tendências da construção civil baseadas em novas tecnologias e inovação:

  • Construtechs

Construtech é o modo como são chamadas as startups do setor. O objetivo delas é ser um negócio com base na tecnologia que procura resolver um problema da indústria da construção. As construtechs vêm para gerar impacto na construção civil e ser um componente transformador no desenvolvimento do mercado.

  • Internet das Coisas (IoT – Internet of Things)

A expressão Internet das Coisas diz respeito ao desenvolvimento de produtos conectados à internet. Televisões, geladeiras, óculos e até fones de ouvido capazes de estimular o cérebro, fazendo com que o órgão trabalhe melhor.

Isso ajuda a amenizar as dificuldades de comunicação, por exemplo. Com o uso da Internet das Coisas, os engenheiros podem, inclusive, reunir informações detalhadas do que está acontecendo no canteiro de obras em tempo real e automatizar processos como pedidos de novos materiais e ferramentas.

  • Realidade virtual

A realidade virtual pode ajudar, e muito, os profissionais da construção civil. Isso porque essa tecnologia é capaz de realizar empreendimentos em modelos 3D. Assim, é possível prever futuros problemas e resolvê-los antes mesmo de iniciar o projeto.

Óculos de realidade virtual é um exemplo de tecnologia nessa área. Ele possibilita que se faça um “passeio” na obra.

  • Estruturas modulares

Os estudiosos da área indicam que as estruturas modulares irão crescer em 2018.

Esse tipo de tecnologia não é novo, mas tem se tornado cada vez mais comum. O que tem se observado é que a construção fora do local, como também é conhecida a estrutura modular, otimiza o tempo e melhora a qualidade final da construção.

As estruturas modulares, além de mais baratas, são mais rápidas. Casas modulares oferecem opções personalizadas. Encanamentos, pisos de cerâmica e espécies de madeiras são alguns dos exemplos.

Os últimos anos foram bastante duros para a construção civil. As boas tendências da construção civil vêm em boa hora e vão motivar os empresários a investir ainda mais. Em 2018 vamos ter uma construção civil muito mais forte no Brasil.

 

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Lições que podemos aprender com outros países na Construção Civil

O que podemos aprender com outros países para tornar a construção civil mais eficiente em nosso país?

A construção civil de alguns países surpreendem npela presença da tecnologia ou dos projetos inovadores e voltados para o futuro.

Mas qual o segredo para tudo isso? Por que não conseguimos fazer o mesmo aqui no Brasil ou em outras partes do mundo? Confira a seguir três lições fundamentais sobre obras e projetos que podemos aprender com a construção civil destes países.

1. Tecnologia não é gasto, é investimento

Mesmo em um cenário de crise mundial na construção civil – com queda de produtividade e lucros em empresas de todo o mundo – países como China e Japão não deixam de investir naquilo que consideram primordial em qualquer área: tecnologia e inovação.

O mercado dos dois países tem investido massivamente em materiais e métodos mais eficientes para os canteiros de obras, como a impressão 3D, a automação de tarefas e até o uso de Inteligência Artificial em equipamentos. Como resultado, os últimos levantamentos mostram que a produtividade da construção civil chinesa aumenta cerca de 7% ao ano, os projetos são entregues em tempo recorde e os recursos do setor podem ser direcionados a mais melhorias e projetos cada vez mais rentáveis.

 

 

2. Construção modular pode ser a solução

Mais rápida, personalizável e econômica: a construção modular está começando a ganhar espaço permanente no mercado brasileiro, mas, lá fora, ela já é a alternativa mais requisitada há tempos.

Com uma população de quase 1,4 bilhões de pessoas (2016), a China viu na construção modular uma solução prática e com custos reduzidos para combater o déficit habitacional do país. Como nos blocos de lego, os edifícios modulares podem ganhar ou perder andares de acordo com a demanda, sem a necessidade de buscar novos terrenos para construir novas moradias a partir de técnicas tradicionais (como a alvenaria), que demoram muito mais e consomem mais insumos, recursos econômicos e mão de obra.

 

3. Planejamento é fundamental

Ao final das Olimpíadas do Rio, em 2016, o Japão já havia dado início às obras necessárias para sediar o evento, que envolvem a renovação de antigos e novos centros esportivos e a construção do novo estádio olímpico e da vila olímpica. Se China e Japão têm um segredo para tanta inovação e atratividade para negócios internacionais envolvendo a construção civil, ele definitivamente está no planejamento.

Muitas vezes as obras acabam durando muito mais tempo devido aos estouros no orçamento e constantes imprevistos e erros – ou seja, falta de planejamento.

 

3. Sustentabilidade é presente

Construir obras sustentáveis é uma tendência em evidência ao redor do mundo. Apesar de muitas vezes serem um investimento alto, esse tipo de construção permite a recuperação do investimento ao longo dos anos, além de ser socialmente responsável, ajudando a preservar o meio ambiente.

Na França, foi aprovada uma lei obrigando os edifícios comerciais a instalarem painéis solares ou telhados verdes. O objetivo da proposta é diminuir a dependência de energia gerada pelas usinas nucleares, responsáveis por abastecer 75% da demanda energética do país, segundo informações providas pela World Nuclear Association.

A preocupação com o meio ambiente e a opção por obras sustentáveis é cada vez maior. No Brasil, as novas construções vêm apresentando uma tendência crescente de investimentos em tecnologias sustentáveis, como reaproveitamento de água, reaproveitamento do óleo de cozinha, tetos solares e telhados verdes.

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